Forum Internacional GJ|2020



A partir de fundamentos pautados nos  estudos da Linha de Pesquisa A forma-jardim: cultura artística e visual na paisagem, o fórum Gramática dos Jardins: a natureza culturalizada tem o objetivo de colocar em evidência o estado das pesquisas sistematizadas voltadas para a área de História da Paisagem, dos Estudos em Paisagismo e da História dos Jardins na América Latina.

As abordagens do deste Fórum visam promover diálogos com o conceito de jardim em um campo ampliado, buscando estabelecer relações com a História da Arte, Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo. Para tanto, múltiplos aspectos do jardim e a sua disposição na paisagem serão acionados e colocados em evidência, tendo sempre como norte os conceitos e teorias que alinham os estudos da Paisagem. Tal prerrogativa deve considerar tanto os elementos de formação do jardim no âmbito ideológico, como também naqueles que dizem respeito as suas características físicas, sejam elas orgânicas ou artificiais, sua fauna, flora e seus usos e significados na história da paisagem latino-americana. 

O eixo que preside a discussão levará em conta a paisagem que emoldura o jardim em face de seu contexto ambiental, reconhecendo elementos bióticos e abióticos que o estruturam, mas que se projetam além: o diálogo proposto quer destacar, entre outras coisas, relações transhistóricas que se estabelecem na América Latina entre diferentes corpos sociais e o espaço jardim, espaço esse que, por sua essência, criou narrativas múltiplas que nos facultam pensar aproximações entre sociedade e natureza

Na ordem discursiva assim definida, a possibilidade de criação de novos campos epistemológicos não somente aguça nossos sentidos, mas também aponta para a construção de diálogos que consideram uma pauta de questões que, entre outras coisas, apresentam:

I
As heranças dos povos originários no que diz respeito ao processo de constituição e do manejo de espaços destinados ao cultivo de plantas para diversas para práticas sociais;

II
O legado histórico dos jardins na América Latina, considerando a presença de elementos ideológicos, principalmente os que dizem respeito à imposição de padrões estrangeiros na construção da paisagem urbana do nosso continente; Interfaces e influências da tradição paisagística externa na implementação de uma cultura de jardins particulares e públicos
na América;

III
Uma ordem onde a hibridação, subtração e/ou apagamento de tradições, experiências, técnicas, bem como o emprego, quando houve, de uma estética autônoma de apropriação da natureza através da construção de “jardins” impregnados pela cultura de povos ancestrais ou afro-descendentes;

IV
Propositura de arranjos conceituais que estabeleçam leituras formais, funcionais e, sobretudo, coloquem em perspectiva o jogo de relações socioculturais e políticas que alicerçaram no país, a partir do século XX, distintas culturas urbanas onde o conceito de jardim adquiriu amplitude entre diferentes grupos sociais;

V
Instrumentos e atores sociais que indiquem como os ideários sobre jardim, jardinagem, paisagismo e cultura paisagística se espraiaram no tecido urbano, ganhando destaque enquanto meio que, entre outros objetivos, alinharam pautas políticas onde a qualificação da vida na cidade ganharia destaque a partir da implementação de espaços livres públicos, e, com eles, o uso de jardins.

Considerando das proposições acima elencadas e o cerne dessa proposta, o interesse central do Fórum 
Gramática dos jardins: a natureza culturalizada, promovido pelo Grupo de Pesquisas Paisagens Híbridas, é desenhar uma pauta de abordagens e indicar questões que não apenas suscitem os pesquisadores deste campo temático a buscar alternativas conceituais àquelas tradicionalmente postas, como também indicar caminhos outros para os estudos dos jardins na América Latina.

As sessões serão realizadas ao longo de 2020 em diferentes cidades do Brasil e exterior, tendo como meta, não somente aprofundar a discussão entre a comunidade acadêmica que atua diretamente sob esse arco temático mas também, ampliar o diálogo e o aprimoramento de profissionais liberais, técnicos de instituições públicas e demais atores sociais que atuam diretamente
nessa área.

Os pesquisadores do grupo Paisagens Híbridas em parceria que diferentes instituições de ensino como a Universidade Católica de  Brasília (UCB), Unidad Académica de Arquitectura del Paisaje – Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM ), Instituto Tecnológico de Costa Rica (ITCR), Universidade da Costa Rica, Universidade
Federal Fluminense, estarão coordenando as sessões que se realizarão nas cidades de Brasília, Niterói  e no exterior nas Cidade do México, Costa Rica, Medelin.

As sessões de trabalho que formalizarão o Fórum Gramática dos Jardins: a natureza culturalizada, terão como pauta, as singularidades e peculiaridade presente nos múltiplos elementos materiais, imateriais e simbólicos que constituem os jardins, considerando  aspectos de ordem socioespacial, cultural e artístico que permeiam a historicidade das paisagens de cada uma das cidades/região que sediarão esse projeto.

A Coordenação do fórum e seus parceiros Co-Organizadores, acreditam que esta proposta é uma oportunidade original para amplificar o estudo dessa temática, produzir conhecimento e compartilhar saberes e desse modo, acrescentar mais camadas a um debate necessário aos estudos da paisagem e dos jardins.

De los fundamentos derivado de los estudios de la Línea de Investigación el jardín-forma: cultura artística y visual en
el paisaje, la propuesta del foro Gramática dos Jardins: la naturaleza culturalizada, tiene como objetivo resaltar el
estado del arte de la investigación sistemática enfocado en Historia del Paisaje, Estudios del Paisaje e Historia del Jardín en América Latina.

Los enfoques dialogarán con el concepto de jardín en un campo ampliado, buscando relaciones con la Historia del Arte, Arquitectura, Urbanismo, Paisajismo. Para esto, se activarán y destacarán múltiples aspectos del jardín y su disposición en el paisaje, siempre con los conceptos y teorías que alinean los estudios del paisaje como norma. Tal prerrogativa considerará los elementos de formación del jardín en el ámbito ideológico, así como los que conciernen a las características físicas, ya sean orgánicas o artificiales, su fauna, flora, sus usos y significados en la historia del paisaje americano.

El eje que preside la discusión tendrá en cuenta el paisaje que enmarca el jardín frente a su contexto ambiental, reconociendo elementos bióticos y abióticos que lo estructuran, pero que se proyecta más allá. El diálogo propuesto quiere resaltar, entre otras cosas: las relaciones transhistóricas que se establecen en América Latina entre diferentes cuerpos sociales y el espacio jardín, un espacio que, por su esencia, ha creado múltiples narrativas que permiten pensar en las aproximaciones entre sociedad y naturaleza.

En el orden discursivo así definido, la posibilidad de crear nuevos campos epistemológicos no solo agudiza nuestros sentidos, sino que apunta a la construcción de diálogos que consideren una agenda de cuestiones que, entre otras cosas, presentan:

 
Las herencias de los pueblos originarios en cuanto al proceso de constitución y manejo de
espacios para el cultivo de
plantas útiles y para otras prácticas sociales;

II
El legado histórico de los jardines en América Latina, considerando la influencia de rasgos ideológicos, más estrictamente los relacionados con la imposición de mentalidades extranjeras en la construcción
del paisaje urbano en nuestro continente; Interfaces enfluencias de la cultura del paisaje externo en la implementación de una cultura de jardines públicos y privados en América;

III
Un orden donde la hibridación, sustracción y/o borrado de tradiciones, vivencias, técnicas, así como el uso, de una
estética autónoma de apropiación
de la naturaleza a través de la construcción de “jardines” impregnados por la
cultura de pueblos ancestrales o afrodescendientes;

IV
Proposición de arreglos conceptuales que establezcan lecturas formales, funcionales y, sobre todo, pongan en perspectiva el juego de relaciones socioculturales y políticas que fundaron, en el país, a partir del siglo XX, diferentes culturas urbanas donde el concepto de jardín adquirió amplitud entre diferentes grupos sociales;

V
Instrumentos y actores sociales que indican cómo las ideas sobre jardinería, paisajismo y cultura del paisaje se difunden en el tejido urbano, cobrando protagonismo como instrumentos que, entre otros objetivos, alinean agendas políticas donde la calificación de la vida en la ciudad cobraría protagonismo desde la implementación de espacios públicos abiertos y, con ellos, el uso de jardines.

Considerando las propuestas enumeradas anteriormente y el núcleo de esta propuesta, el interés central del Foro Gramática de los jardines: la naturaleza culturalizada, promovido por el Grupo de Investigación en Paisajes Híbridos, ofrece una amplia gama de enfoques e indica cuestiones que no solo reune investigadores de este campo temático para buscar alternativas conceptuales a las utilizadas tradicionalmente, sino que además muestra otros caminos para el estudio de los jardines y del paisaje en América Latina.

Las sesiones se realizarán a lo largo de 2020 en diferentes ciudades de Brasil y del exterior, con el objetivo no solo de profundizar la discusión entre la comunidad académica que trabaja directamente bajo este arco temático sino también ampliar el diálogo y la superación de los profesionales. liberales, técnicos de instituciones públicas y otros actores sociales que trabajan directamente en esta área.

Los investigadores del grupo Paisajes Híbridos en alianza que diferentes instituciones educativas como la Universidad Católica de Brasilia (UCB), Unidad Académica de Arquitectura del Paisaje – Universidad Nacional Autónoma de México| UNAM , Instituto Tecnológico de Costa Rica (ITCR), Universidad de Costa Rica, Universidade Federal Fluminense, Universidad Pontificia Bolivariana (UPB) coordinanrán las sesiones que tendrán lugar en las ciudades de Brasilia, Niterói y en el exterior en la Ciudad de México, Costa Rica, Medellín..

Las sesiones de trabajo que formalizarán el Foro Gramática dos Jardins: la naturaleza culturalizada, tendrán como agenda, las singularidades y peculiaridades presentes en los múltiples elementos materiales, inmateriales y simbólicos que componen los jardines, considerando aspectos socioespaciales, culturales y artísticos que permean el historicidad de los paisajes de cada una de las ciudades / regiones que albergarán este proyecto.

La Coordinación del Foro y sus socios Co-Organizadores creen que esta propuesta es una oportunidad original para ampliar el estudio de este tema, producir conocimiento y compartir conocimiento y, así, agregar más capas a un debate necesario para los estudios de paisaje y jardines.

Rubens de Andrade

FÓRUNS/FORO

San José de  Costa Rica  | Costa Rica

Quinta-feira, 19.11.2020
15:00 | Costa Rica
18:00 | Brasil

Jueves, 19.11.2020
3:00 pm | Costa Rica
6:00 pm | Brasil

Instituto Tecnológico de Costa Rica (ITCR)
Universidad de Costa Rica (UCR).

Coordenadora | Profa. Laura Chaverri-Flores

Proposta de Debate/Propuesta de debate

O objetivo é refletir sobre o estado da arte da pesquisa sistematizadas no campo da História da Paisagem, Estudos da Paisagem e História dos Jardins na Costa Rica como parte da construção das identidades locais considerando suas  relações com o contexto global. .

As abordagens dialogarão com o conceito de jardim de forma a partir de uma perspectiva transdisciplinar, buscando relações entre antropologia, arquitetura, história, engenharia florestal, ciência política e paisagismo. Esse debate de ideias visa a construção de uma agenda de trabalho a partir de diferentes posicionamentos que culminarão em uma publicação que destaca as experiências de pesquisa em no contexto da América Latina.

Os tópicos a serem discutidos são os seguintes:

[A]
Sintaxe e significados dos jardins vernáculares da Costa Rica, considerando desde os  aspectos da domesticidade ancestral até as relações que se dão no espaço público contemporâneo: Como em um palimpsesto em nossos dias, serão apresentados traços das tradições locais, a reinterpretação das tendências oficiais através do imaginário popular, o dimensionamento da construção espontânea do espaço público através de uma perspectiva caleidoscópica de como se apresentam os  jardins vernaculares no século XXI.

[B]
A cultura do jardim como sinal da identidade costarriquenha: os jardins refletem a relação e afinidade que uma sociedade manifesta com o mundo natural, embora seja também domínio domesticaçdo para o seu fim. Eles são um reflexo de muitas coisas; um gosto particular, uma disposição nobre, uma extensão do seu bem-estar, seja de uma pessoa e de sua cultura.

[C]
Narrativas do jardim: Ideologias no desenho de espaços públicos no Parque España e Jardín de La Paz, San José, CR: o legado histórico dos jardins e parques do Paseo de las Damas em San José, Costa Rica, desde o século XIX, levando em consideração aspectos ideológicos e etnocêntricos na construção da paisagem urbana do país


O objetivo desta mesa é discutir as diferentes dimensões sociais, culturais, históricas e ecológicas da gramática dos jardins. Entre as questões geradoras estão (i) Em que consiste o desinteresse no conhecimento e no estudo da história dos Jardins de Costa Rica, considerados elementos de identidade transcendental? (ii) e assim nos questionamos, qual sua identidade? Qual a sua imagem? Co o é construído? Como se  projeta? Como se dá a sua espontâneidade? Como  tudo isso se juntos conjuga na paisagem? (iii) Qual tem sido a evolução do desenho do Parque España e do Jardín de la Paz, suas influências conceituais e ideológicas e sua relação com a promoção das diversidades socioecológicas e a gestão do turismo sustentável? (iv) Que recomendações podem ser propostas para a concepção do espaço público, a promoção da diversidade sociocultural, ambiental e turística e a descarbonização do bairro El Carmen?

El objetivo es reflexionar sobre el estado del arte de la investigación sistemática en el área de la Historia del paisaje, los Estudios del paisaje y la Historia de los jardines en Costa Rica como parte de la construcción de identidades locales y su relación con el contexto global.

Los enfoques dialogarán con el concepto de jardín de manera transdisciplinaria, buscando relaciones entre la antropología, arquitectura, historia, ingeniería forestal, ciencias políticas y el paisajismo. Este debate de ideas generaría una agenda de trabajo y diferentes posturas que culminarán con la publicación de un libro que incluye experiencias de investigación de otros
contextos.

La temáticas a tratar en esta mesa son los siguientes:

[A]
Sintáxis y significados en los jardines vernáculos de Costa Rica, de la domesticidad ancestral al espacio público contemporáneo: Como en un Palimpsesto de nuestros días la huella de las  tradiciones locales, la reinterpretación de las tendencias oficializadas através del imaginario popular, dialoga, discute, se enfrenta con la construcción espontánea del espacio público a través de la caleidoscópica apuesta de los jardines vernáculos del
Siglo XXI.

[B]
La cultura del jardín como signo de la identidad costarricense: Los jardines reflejan la relación y afinidad que una sociedad manifiesta por el mundo natural, aunque es también dominio y domesticación para su propósito. Son un reflejo de muchas cosas; un gusto particular, una disposición noble, una prolongación de su bienestar ya sea de una persona y su cultura.

[C]
Narrativas desde el jardín: Ideologías en el diseño de espacios públicos del Parque España y el Jardín de La Paz, San José, CR: el legado histórico de los jardines y parques en el Paseo de las Damas en San José, Costa Rica, desde el siglo 19, tomando en cuenta aspectos ideológicos, etnocéntricos en la construcción del paisaje urbano del país.


El propósito de esta mesa es dialogar sobre distintas dimensiones sociales, culturales, históricas y ecológicas de la gramática de los jardines. Entre las preguntas generadoras destacan (i) ¿En que radica el desinterés del conocimiento y estudio de la historia de los Jardines en Costa Rica, siendo elementos de identidad trascendentales? (ii) y así nos cuestionamos ¿Cuál identidad?  ¿Cuál imagen? ¿La construida? ¿La diseñada? ¿La espontánea? ¿Todas juntas conjugadas en el paisaje? (iii) ¿Cuál ha sido la evolución del diseño del Parque España y el Jardín de la Paz, sus influencias conceptuales e ideológicas y su relación con la promoción de las diversidades socio-ecológicas y la gestión del turismo sostenible? (iv)¿Qué recomendaciones pueden proponerse para el diseño del espacio público, el fomento de la diversidad sociocultural,
ambiental y turística y la descarbonización del distrito el Carmen? (v)

Laura Chaverri-Flores

Abordagens

Mediação/Debate
Mediación/debate
Profa. Laura Chaverri Flores
Prof. Dr. José Antonio Hoyuela Jayo
Tema ISintáxis y significados en los jardines vernáculos de Costa Rica, de la domesticidad ancestral al espacio público contemporáneo

Carlos Jankilevich-Dahan
Luis Durán-Segura
Randolph Von Breymann-Fernández
Tema IILa cultura del jardín como signo de la identidad costarricense

Guillermo Chaves-Hernández
Tema IIINarrativas Desde el Jardín: Ideologías en el diseño de espacios públicos del Parque España y jardín de La Paz, San José, CR.

Laura Chaverri-Flores
Rosa Elena Malavassi-Aguilar
Francisco Javier Mojica-Mendieta
Luis Guillermo Acosta-Vargas

Pesquisadores/Docentes | Investigadores/Docentes

  
Carlos Jankilevich
Arquitecto paisajista con especialidad en planeamiento ambiental y diseño urbano. Docente, investigador y Director del Observatorio del Paisaje de la Universidad de Costa Rica. Miembro Asesor del Comité Científico IFLA –ICOMOS, lidera actualmente el Grupo Mundial de IFLA sobre Agricultura y Paisaje.
Francisco Mojica-Mendieta
Dr. en Estudios Científico Sociales, antropólogo y editor de Trama, Revista de Ciencias Sociales y Humanidades. Docente e investigador del Tecnológico de Costa Rica.
Guillermo Chaves-Hernández
Arquitecto, máster en Paisajismo y Diseño de Sitio de la UCR. Dedicado a la consultoría, es profesor e investigador de la Universidad de Costa Rica, dibujante, pintor e ilustrador de libros. Ha realizado obras paisajísticas de variable dimensión como Viveros Bios y 4H.
Luis Durán
Antropólogo social, estudioso de la historia del espacio Público. Docente e investigador de la Universidad de Costa Rica (UCR).
Luis G. Acosta-Vargas
Ingeniero Forestal, máster con experiencia en dendrología y restauración de ecosistemas. Docente e investigador del Instituto Tecnológico de Costa Rica; y de manera independiente trabaja en proyectos de restauración y de cuantificación de la diversidad.
Rosa Elena Malavassi-Aguilar
Máster en Historia y Doctora en Arquitectura. Con experiencia en proyectos enfocados al patrimonio cultural. Docente, investigadora y extensionista del Instituto Tecnológico de Costa Rica.
Randolph von Breymann
M.Sc. Politólogo, especialista en Sostenibilidad Urbano-Ambiental e Innovación en la Gestión de la Ciudad. Docente e investigador de la Universidad de Costa Rica (UCR).


Mediador/Debatedor
José Antonio Hoyuela Jayo
Doutor e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Valladolid, com a tese HISPANICA URBS BRASILIARUM, ainda inedita. Graduado em Arquitectura pela Universidad de Valladolid (1994), titulo de Arquiteto e Urbanista revalidado pela UFMG (2015). Atualmente é diretor - TERYSOS DO BRASIL, LTDA. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projeto do Espaço Urbano, atuando principalmente nos seguintes temas: sig sistemas de informações geográficas, plano diretor, paisagem, sutentabilidade e planejamento territorial e urbano. Arquiteto Sênior desde 1994, conta com a experiência de mais de 25 anos na profissão.
Laura Chaverri-Flores
Arquitecta, máster y coordinadora de la Maestría en Paisajismo y Diseño de sitio de la Universidad de Costa Rica (UCR). Docente e investigadora del Instituto Tecnológico de Costa Rica y de la UCR. Trabaja de manera independiente en proyectos de diseño arquitectónico y de paisaje.

Medellín | Colombia

Sábado, 21.11.2020
10:00 | Medelin
12:00 | Brasil

Sabado, 21.11.2020
10:00 am |Medellín
12:00 am | Brasil

Escuela de Arquitectura y Diseño | Universidad Pontifica Bolivariana. (UPB) Medellín
Coordenadores | Prof. Cesar Salazar e Prof. Luis Sañudo

Proposta de Debate/Propuesta de debate

Esta mesa reúne algumas reflexões de professores-pesquisadores e pos-graduandos do Mestrado em Paisagismo da Universidad Pontificia Bolivariana de Medellín, que estudam comunidades que habitam a parte alta do 8º município de Medellín a partir de uma abordagem paisagística com o pretensão de interpretar as realidades que permeiam esta periferia da cidade. As explorações conceituais visam não só decifrar a dimensão cripto-sistêmica da paisagem fronteiriça urbano-rural, mas também propor critérios de intervenção em que o significado dos traços de configuração dos lugares seja considerado no que se poderia chamar de uma arqueologia do paisagem popular.

Na ocasião, são apresentadas as conclusões de trabalhos de investigação em que o tema comum é a paisagem fronteiriça urbano-rural como produto de uma construção de emergência social que, estando em fase de consolidação e em
processo de superação de um conflito armado que se  espalhou para essas áreas do país. É por esta razão que se vislumbram caminhos de mediação entre cultura e natureza que distinguem a configuração paisagística das vertentes íngremes desta parte do Vale do Aburrá, em que decorrem processos de cura, o percurso de caminhos para diversificar as experiências e um rico conhecimento etnobotânico do jardim que os habitantes que se instalam nos altos picos que circundam a cidade possuem.


Esta mesa reúne algunas reflexiones de profesores-investigadores y egresados ​​de la Maestría en Diseño del Paisaje de la Universidad Pontificia Bolivariana de Medellín, quienes estudian las comunidades que habitan la parte alta de la comuna 8 de Medellín desde un enfoque paisajístico con la intención de interpretar las realidades. que impregnan esta periferia de la ciudad. Las exploraciones conceptuales apuntan no solo a descifrar la dimensión cripto-sistémica del paisaje fronterizo urbano-rural, sino también definir criterios de intervención en los que se considere el significado de los rasgos de configuración de los lugares en lo que podría denominarse una arqueología del paisaje popular.

En esta oportunidad se retomarán las conclusiones de trabajos investigativos en las que el tema común es el paisaje de borde urbano-rural como producto de una construcción de emergencia social que al hallarse en una fase de consolidación y en proceso de superar un conflicto armado que se había extendido a estas zonas del país. Es por esto por lo que se avizoran caminos de mediación entre la cultura y la naturaleza que distingue la configuración paisajística de las laderas escarpadas de esta parte del Valle de Aburrá, en la que se aprecian procesos de cicatrización (sanación) en marcha, el trazado de caminos para ampliar diversificar las experiencias y un cúmulo de saberes etnobotánicos del jardín que poseen los moradores que se asientan en las altas cumbres que rodean a la ciudad.


César Salazar-Hernández
Luis Guillermo Sañudo Vélez

Os tópicos a serem discutidos são os seguintes:

[A]
O limite urbano rural é uma paisagem curativa
A paisagem habitada entre o limite rural e urbano é o resultado do conflito entre o processo de ocupação informal e as restrições impostas pelo ambiente físico natural, situação esta que se acentua num território caracterizado por solos instáveis ​​e declives elevados, bem como uma densidade significativa de riachos torrenciais, principalmente nos meses de alta pluviosidade. Apesar das duras condições, milhares de pessoas vêm consolidando um tecido de bairro em cujo processo é possível apreciar as feridas que esta colonização abrupta deixada no ambiente natural e em seus habitantes, em parte motivada pela expulsão de camponeses que escalam ladeiras de Medellín. Nesse caso, a palestrante explicará como, a partir de sua abordagem conceitual e metodológica, conseguiu estabelecer uma categoria de feridas e cicatrizes que fazem da fronteira urbano-rural uma paisagem única, ainda mais em contextos como o vale do Aburrá. E para isso, é necessário estabelecer critérios de gestão que contribuam para consolidar o fechamento das “feridas da paisagem”, bem como contribuir para a sua cura, como características que identificam este tipo de paisagem e que guardam a memória. da construção social da paisagem de orla.

[B]
A experiência paisagística nas estradas da transição urbano-rural
As estradas são a manifestação concreta de vários sistemas paisagísticos, que as dotam de qualidades materiais e subjetivas, revelando símbolos e significados. Desta forma, as estradas são tanto um reflexo da percepção dos seus habitantes, como também uma provedora da mesma para aqueles que as percorrem, fornecendo diferentes repercussões físicas e subjetivas à paisagem. Portanto, os caminhos definem uma especialidade próxima que é vivida e percebida por quem os percorre. No caso da faixa urbano-rural, essa vivência é enriquecida pela situação de transição e passa a ser a forma do percurso (CARERI, 2002), no fator identidade através da experiência in situ (ROGER, 2007) por o cruzamento na
paisagem.

[C]
A paisagem e o conhecimento etnobotânico do jardim periurbano
O jardim periurbano é apresentado como uma paisagem de transição, onde não apenas uma série de contrastes aparecem, mas também onde convergem várias práticas que podem parecer contraditórias à primeira vista. Os bairros de ocupação informal da periferia da cidade são constantemente marcados tanto pela migração do campo para a cidade quanto pelo fenômeno do deslocamento devido à violência. Por isso, não é de estranhar que a maioria dos habitantes tenha uma ligação direta com o campo e construa paisagens híbridas nesses novos territórios a partir das possibilidades do lugar e da nostalgia do campo. O jardim, nesses casos, pode se tornar “uma narrativa do migrante”. Sendo fruto de práticas tradicionais e também forma de procura de identidade no novo território, as hortas periurbanas podem constituir uma paisagem identitária, uma paisagem local. Levando em consideração uma breve história da paisagem local na Colômbia, com eventos-chave como miscigenação, independência ou globalização, o palestrante explicará como entender o jardim periurbano como parte da identidade paisagística, cultural e biótica. Tudo isso com ênfase especial nas espécies e seus usos tradicionais, como os elementos com o poder de valorizar a identidade cultural ao mesmo tempo que a biodiversidade.

Las temáticas a tratar en la mesa son las siguientes

[A]
El borde urbano rural un paisaje cicatrizante
El paisaje habitado en el borde urbano rural es resultado del conflicto entre el proceso de ocupación informal y las restricciones que el medio físico natural impone, situación que se acentúa en un territorio caracterizado por suelos inestables con altas pendientes, así como una significativa densidad de quebradas torrentosas, especialmente en los meses de alta precipitación. A pesar de las condiciones agrestes miles de personas han venido consolidando un tejido barrial en cuyo proceso se puede apreciar las heridas que sobre el medio natural y sus habitantes, ha dejado esta abrupta colonización motivada por la expulsión de campesinos que se trepan en las laderas escarpadas de Medellín. En este caso, la ponente expondrá como tanto desde su abordaje conceptual como metodológico pudo establecer una categoría tanto de heridas como cicatrices que hacen del borde urbano-rural un paisaje singular, más aún en contextos como el valle de Aburrá. Y que por lo tanto, es necesario el planteamiento de criterios de gestión que contribuyan a consolidar el cierre de las “heridas paisajísticas”, así como coadyuvar a la cicatrización de las mismas, como rasgos que identifican este tipo de paisaje y que guardan la memoria de la construcción social del paisaje de borde.

[B]
La experiencia paisajística en los caminos de la transición urbano-rural
Los caminos son la manifestación concreta de diversos sistemas del paisaje, los cuales, los dotan de cualidades tanto materiales como subjetivas, cargándolos así, de símbolos y significados. De este modo, los caminos son tanto un reflejo de la percepción de sus habitantes, como un proveedor de la misma hacia quien realiza el recorrido a través de ellos, suministrándoles distintas repercusiones físicas y subjetivas al paisaje. Por lo tanto, los caminos definen una especialidad próxima que es vivida y percibida por quienes la recorren. En el caso de la franja urbano-rural está vivencia se ve enriquecida por la situación de transición y se convierte en la forma del recorrido(CARERI, 2002), en el factor identitario a través de la experiencia in situ (ROGER, 2007) por la travesía en el paisaje.

[C]
Los saberes paisajísticos y etnobotánicos del jardín periurbano
El jardín periurbano se presenta como un paisaje de transición donde no sólo aparecen una serie de contrastes sino también donde confluyen diversas prácticas que pueden parecer en principio contradictorias. Los barrios de ocupación informal en el borde de la ciudad están constantemente marcados tanto por la migración del campo a la ciudad cómo por el fenómeno de desplazamiento a causa de la violencia. Por esto, no es de extrañar que la mayoría de habitantes tengan un vínculo directo con el campo y construyan en estos nuevos territorios paisajes híbridos a partir de las posibilidades del lugar y la nostalgia del campo. El jardín en estos casos puede volverse “una narrativa del migrante”. Al ser el resultado de prácticas tradicionales al mismo tiempo que una manera de buscar identidad en el nuevo territorio, los jardines periurbanos pueden constituir un paisaje identitario, un paisaje local. Teniendo en cuenta una breve historia del paisaje local en Colombia, con sucesos claves como el mestizaje, la independencia o la globalización, la ponente expondrá cómo entender el jardín periurbano como parte de la identidad paisajística, cultural y biótica. Todo esto haciendo especial énfasis en las especies y sus usos tradicionales, como aquellos elementos con el poder de potenciar la identidad cultural al mismo tiempo que la biodiversidad.

Abordagens

Mediação/Debate
Mediación/debate
Prof. Mg. César Salazar-Hernández
Prof. PhD. Luis Sañudo
Tema IEl borde urbano rural un paisaje cicatrizante

María Claudia Paredes Castañeda
Tema IILa experiencia paisajística en los caminos de la transición urbano-rural

Johanna Rugelesp
Tema IIIEl jardín comestible en el paisaje de borde urbano

Luisa Lara

Pesquisadores/Docentes | Investigadores/Docentes

  
Johanna Rugelesp
Arquitecta, Magister en diseño del paisaje, Actual Docente de tiempo completo y docente de proyección social del consultorio de arquitectura en el programa de Arquitectura de la Corporación universitaria del Caribe, Colombia.
Luisa Lara
Arquitecta de la Universidad Pontificia Bolivariana y Magíster en Diseño del paisaje de la misma universidad. Ha trabajado en oficinas como Urbam eafit, en proyectos con enfoque urbano, ambiental y paisajístico y en la oficina del paisajista Nicolas Hermelin donde participó en numerosos proyectos de paisajismo. Actualmente trabaja como independiente en Maleza, oficina creada con las socias Isabel Villegas y Maria Camila Henao, donde realizan proyectos de interiorismo y paisajismo.
María Claudia Paredes Castañeda
Arquitecta de la Universidad de los Andes, con opción en Diseño Industrial. Especialista en Accesibilidad y Diseño para Todos de la Universitat Internacional de Catalunya. Magister en Diseño del Paisaje de la Universidad Pontificia Bolivariana de Medellín. Ha realizado en el sector privado actividades de consultoría de accesibilidad en el diseño universal y construcción de proyectos arquitectónicos y paisajísticos, así como en el sector estatal, en oficina de planeación municipal, en la revisión documental y planimétrica de Licencias de construcción; contribuyendo a desarrollar proyectos integrales acordes a las necesidades ambientales, sociales y arquitectónicas de diferentes poblaciones.
Mediadores/Debatedores
Aline Stefânia Zim
Arquiteta e Urbanista, Mestra em Arquitetura e Urbanismo (Centro Universitário de Brasília – UniCEUB) e Doutora em Arquitetura e Urbanismo pelo PPG da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (2018) em Teoria, História e Crítica - Linha de Estética, Hermenêutica e Semiótica. Docente e pesquisadora no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Brasília. Atua no projeto Abrindo as janelas do CERRADO: vegetação herbácea- arbustiva do Cerrado com potencial ecológico.
César Salazar-Hernández
Arquitecto, especialista en Planeamiento Paisajista y Medio Ambiente, magíster en Paisaje, Medio Ambiente y Ciudad (UNLP-Argentina). Investigador del Grupo Arquitectura, Urbanismo y Paisaje de la Universidad Pontificia Bolivariana (UPB). Docente de pregrado de arquitectura, de la maestría en urbanismo, de la maestría en diseño del paisaje y de la especialización en gestión ambiental, así como coordinador académico del Diplomado en Gestión Territorial de la UPB. Ha sido coordinador técnico y asesor de diferentes proyectos de consultoría y transferencia vinculados a la planeación urbana, y liderado proyectos de investigación asociadas a las temáticas del paisaje.
Luis Guillermo Sañudo Vélez
Arquitecto, docente e investigador de la Universidad Pontificia Bolivariana de la Ciudad de Medellín, Colombia. Especialista, Magister en Estética y Doctor en Ciencias Sociales. Ha participado en Proyectos de Arquitectura Interior en Vivienda, Diseño de viviendas, análisis de planificación de los territorios a través de la metodología de Acción Participativa y el desarrollo de proyectos de Investigación relacionados con la Estética y el hábitat en la arquitectura, de los cuales se han generado una serie de artículos relacionados con sus temas de investigación.

Ciudad de México  (CDMX) | México

Quarta-feira, 25.11.2020
16h00 CDMX
18:00 | Brasil

Miércoles, 25.11.2020
4:00 pm | CDMX
7:00 pm | Brasil

Unidad Académica de Arquitectura del Paisaje Universidad Nacional Autónoma de México | UNAM
Coordenadora | Profa. Michelle Meza Paredes

Proposta de Debate/Propuesta de debate

A partir de quatro eixos temáticos distintos, os pesquisadores e docentes mexicanos que formam este grupo apresentarão suas interpretações do jardim e da paisagem e de como ambos se estabeleceram e constituíram ao longo do tempo e espaço territorial do México.

Os quadrantes definidos por cada estudioso alinham visões interdisciplinares que atravessam por questões históricas, patrimoniais, projetuais, teóricas no espaço-tempo contemporâneos dos estudos da cidade e por fim, se lançam em águas mais profundas ao buscar refletir sobre as complexidades que se estabelecem na construção do espaço urbano a partir de aspectos éticos e sociopolíticos.

Em cada um do temas que serão apresentados e colocados em discussão pelo grupo de estudiosos do México, nosso interesse é encontrar múltiplas possibilidades interpretativas do conceitos propostos para pensar a gramática dos jardins, analisado aqui, pelo peculiar ambiente, pela eloquente paisagem e vigorosa cultura mexicana.

A partir de cuatro ejes temáticos distintos, los investigadores y docentes mexicanos que forman este grupo presentarán sus interpretaciones sobre el jardín y el paisaje y cómo se establecieron y constituyeron a lo largo del tiempo y el espacio territorial en México.

Los cuadrantes definidos por cada uno alinean visiones interdisciplinarias que atraviesan estudios históricos, patrimoniales, proyectuales, teóricos en el espacio-tiempo contemporáneos de la ciudad y finalmente, se lanzan a aguas más profundas al buscar reflexionar sobre las complejidades que se establecen en la construcción del espacio urbano desde aspectos éticos y sociopolíticos.

En cada uno de los temas que serán presentados y discutidos por el grupo de académicos de México. Nuestro interés es encontrar múltiples posibilidades interpretativas de los conceptos propuestos, para pensar la gramática de los jardines desde su entorno, a través del elocuente paisaje y la vigorosa cultura mexicana.

Abordagens


Mediação/Debate
Mediación/debate
Profa. Mg. Michelle Meza Paredes
Prof. Dr. Carlos Terra
Tema ILa sintaxis del jardín prehispánico

Andrea Berenice Rodríguez Figueroa
Tema IIEl Jardín del 2021: recambio de paradigmas; o : la paradoja de los tiempos líquidos.

Gabriela Wiener Castillo
Tema IIILos parques y jardines públicos de Luis Barragán

Luis Eduardo de la Torre Zatarain
Tema IVDe las miserias del jardín al jardín anarquista

Rogelio Alonso Laguna García

Pesquisadores/Docentes | Investigadores/Docentes

  
Andrea Berenice Rodríguez Figueroa
Arquitecta Paisajista de la Facultad de Arquitectura de la UNAM. Maestra y Doctora en Estudios Mesoamericanos de la UNAM. Actualmente es pasante de la licenciatura en Lingüística de la ENAH. Desde el 2006 es docente de la UNAM y desde el 2012 es investigadora del Centro de Investigaciones en Arquitectura, Urbanismo y Paisaje de la Facultad de Arquitectura de la UNAM. Se ha dedicado todos esos años a estudiar el paisaje indígena de México tanto del pasado como del presente, así como a los jardines históricos y patrimoniales de México, específicamente los jardines prehispánicos. Ha realizado trabajo de campo en varias comunidades nahuas, mixtecas, otomíes y una huichola. Ha publicado sobre el náhuatl clásico, el uso cultural de la vegetación de México, historia de los jardines y sobre el paisaje y la vivienda indígena en México. Actualmente, en sus proyectos de investigación colaboran académicos de la Facultad de Arquitectura, del Instituto de Investigaciones Antropológicas y del Jardín Botánico del Instituto de Biología de la UNAM, así como del INECOL y del INAH. Desde el 2017 coordina junto con la Universidad de Sevilla el seminario internacional de Jardines Históricos en el Paisaje Urbano, México-España.
Eduardo Ceballos
Es filósofo. Su interés teórico principal es la Filisofia de la Naturaleza. En los últimos diez años ha recorrido la cultura occidental en forma de cursos y diplomados para profesores el la Facultad de Arquitectura de la UNAM. Entre estos cabe destacar los diplomados "Filosofia Occidental: de Tales a Nietzsche", "En busca de la diosa: figuras de lo femenino en la cultura occidental", "Literatura occidental. Momentos esenciales: de los Salmos a Primo Levy", "Historia de la Estética moderna: de Kant a Danto". Es profesor de teoria en la licenciatura de Arquitectura de Paisale, Facultad de Arquitectura UNAM, desde 2011, en donde actualmente imparte el curso "El jardin y lo sagrado", asi como ha impartido la materia "Goethe y el paisaje".
Gabriela Wiener Castillo
Arquitecta paisajista (1995), Maestra en Arquitectura, Restauración de Monumentos y Sitios Patrimoniales (2002) y candidata del Doctorado de Geografía por la UNAM. Investigadora Titular C de Tiempo Completo de la Coordinación de Investigaciones en Arquitectura, Urbanismo y Paisaje de la Facultad de Arquitectura (CIAUP), UNAM desde el 2001. Es docente en la Unidad Académica de Arquitectura de Paisaje de la misma institución desde 1995 y tutora en los Programas de Maestría y Doctorado de Urbanismo y Ciencias de la Sostenibilidad. Es corresponsable del Seminario Permanente de Paisaje y Geografía Cultural del Instituto de Geografía, UNAM. Sus líneas de trabajo son: Paisaje, patrimonio y espacio público, y teoría y metodología del diseño de arquitectura de paisaje. Cuenta con diversas publicaciones sobre el tema de los espacios públicos desde la perspectiva cultural de la producción espacial y del diseño, así como participaciones en diversos foros de divulgación y de intercambio académico. Ha desarrollado proyectos de arquitectura de paisaje de escala regional, urbana y arquitectónica en la coordinación de Vinculación de la misma institución enfocados a problemas de manejo y tratamiento de agua, sistemas sostenibles urbanos en vivienda, recreación y deporte.
Luis Eduardo de la Torre Zatarain
Profesor de tiempo completo definitivo en la Licenciatura de Arquitectura con maestría en restauración de monumentos, UNAM y Architecte DPLG con investigación en Semiótica y Diseño arquitectónico en la Université Paris 6 la Villette, Francia. Profesor desde 1987 impartiendo en la Facultad de Arquitectura las materias de Teoría de la Arquitectura, Teoría del diseño, Semiótica en Arquitectura, Historia de la arquitectura, Arquitectura Mesoamericana, Seminario de Titulación; En la licenciatura en Arquitectura de Paisaje desde 1996 impartiendo los cursos de Historia de la Arquitectura de Paisaje, Seminario de Teoría e Historia, Taller de Diseño y Seminario de Tesis. Conferencias y cursos impartidos en México, Argentina, Costa Rica, Chile, Guatemala, Estados Unidos y Francia.
Rogelio Alonso Laguna GaRCía
Profesor de la Facultad de Filosofía de la UNAM. Fundador del Seminario de Pensamiento en Español. Es autor del libro “Habitaciones del pensamiento. La ciudad en la filosofía de María Zambrano. A partir de 2019 ha impartido diversos cursos y conferencias acerca del tema “filósofia y jardines””.
Mediadores/Debatedores
Carlos Terra
Prof. Titular da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em História da Arte (PPGAV-EBA-UFRJ) e Historiador da Artes dos Jardins.
Michelle Meza Paredes
Arquitecta Paisajista – Facultad de Arquitectura de la Universidad Nacional Autónoma de México, obtuvo Diploma al mérito por la calidad de su tesis profesional y el Premio “Ricardo Arancón García”, a la mejor tesis teórica. Es maestra en diseño sustentable, Cátedra UNESCO para la sostenibilidad por la Universidad Nacional de Lanus, FLACAM, La Plata, Argentina. Cuenta con un Diplomado en Planeación y diseño para obtener utilidades en establecimientos de alimentos y bebidas. También, como parte de su actualización, tomó el curso Auditoría ambiental para arquitectos y urbanistas, llevado a cabo en la UNAM, y ha asistido a varios congresos, cursos, coloquios y simposios.

Santiago | Chile

Quinta-feira, 26.11.2020
10:00 | Santiago
10:00 | Brasil

Jueves, 26.11.2020
10:00 am | Santiago
10:00 am | Brasil

Universidad de Central do Chile | UCC
Coordenador | Prof. Ricardo Riveiros Celis

Proposta de Debate/Propuesta de debate

O horizonte de discussões que será oferecido pelos pesquisadores Chilenos, traduzem questões fundamentais para se pensar as relações entre cultura e natureza no espaço urbano e na paisagem contemporânea do Chile a partir dos marcadores definidos para o forum gramática dos jardins.

Os casos que surgem são interessantes, percorrem em três frentes:

a) Ancestral (Pré-Colombiano)
b) Histórico
c) Contemporâneo

O primeiro refere-se às experiências e aprendizados que as culturas indígenas trazem ao conceito de paisagem e jardim, oferecendo uma discussão sensível sobre este tema, quase desconhecido no Chile.

O segundo, aborda o conceito de um parque que surge como é um elo vigorso no processo de diálogo entre a cidade de Santiago e seu ambiente natural – no caso, as margens do rio Mapocho. Os estudos de Jaun Patrício Juan e Marta Viveros que estão desenvolvendo por décadas uma investigação sobre Oscar Prager, o paisajista que o projetou nas décadas de 1920-1930. Essa pesquisa tem muito a oferecer ao debate, uma vez que não apenas analisa a paisagem hoje, mas considera a herança deixada pelos dispositivos projetuais pensados à décadas pelo projetista. Esse trabalho também considera o valioso acervo que Marta Viveiros tem conseguido estruturar com o apoio 1o. Município de Providencia.

A terceira discussão, apresentada por Francisca Fernandez oferecerá uma pauta que fortalece intepretaçções distintas a cerca do território central do Chile sobre bases que colocam em questão um olhar contemporâneo para se pensar possibilidades inovadoras e originais para a construção de espaços urbanos onde a natureza, através dos parques e jardins ganhem protagonismo.

El horizonte de discusiones que ofrecerán los investigadores chilenos, traducirá preguntas fundamentales para pensar las relaciones entre cultura y naturaleza en el espacio urbano y en el paisaje contemporáneo de Chile a partir de los marcadores definidos para el foro gramatical de los jardines.

Los casos que se presentan son interesantes, van en tres frentes:

a) Ancestral (precolombino)
b) Histórico
c) Contemporáneo

El primero, se refiere a las experiencias y aprendizajes que aportan las culturas indígenas al concepto de paisaje y jardín, ofreciendo una discusión sensible respecto a este tema, casi desconocido en Chile.

El segundo, aborda el concepto de parque que surge como un vínculo vigoroso en el proceso de diálogo entre la ciudad de Santiago y su entorno natural – en este caso, la ribera del río Mapocho. Los estudios de Jaun Patrício Cáceres y Marta Viveros que desarrollan desde hace décadas una investigación sobre Oscar Prager, el paisajista que lo diseñó en los años 1920-1930. Esta investigación tiene mucho que ofrecer al debate, ya que no solo analiza el paisaje actual, sino que considera el legado que dejaron los dispositivos de diseño pensados durante décadas por el diseñador. Este trabajo también considera la valiosa colección que Marta Viveros ha logrado estructurar con el apoyo del I. Municipio de Providencia.

El tercer enfoque, presentado por Francisca Fernández, ofrecerá discusiónes que fortalezcem una interpretación distinta en torno al territorio central de Chile sobre bases que cuestionan una mirada contemporánea para pensar en posibilidades innovadoras y originales para la construcción de espacios urbanos donde la naturaleza, a través de los parques y jardines cobran protagonismo.

Abordagens

Mediação/Debate
Mediación/debate
Prof. Ricardo Riveiros Celis
Prof. Dr. Sergio Tomasine
Tema IPaisaje Histórico I: Experiencia del Parque Balmaceda en Providencia, Santiago de Chile
Marta Alicia Viveros
Tema IIPaisaje Histórico II: Experiencia del Parque Balmaceda en Providencia, Santiago de Chile
Juan Patricio Cáceres
Tema IIIPaisaje Ancestral | Una reflexión intercultural del jardín bajo otras formas de pensar la naturaleza
Margarita Reyes
Tema IVPaisaje Contemporáneo - Evocaciones al Paisaje de Chile Central: Nuevos Modelos de Áreas Naturales Urbanas
Francisca Fernandez

Pesquisadores/Docentes | Investigadores/Docentes

  
Francisca Fernández
Ecóloga/Arquitecta Paisajista, Licenciada en Ciencias y Artes Ambientales de la Universidad Central de Chile. Docente de la Escuela de Arquitectura y Paisaje de la Universidad Central con experiencia en gestión universitaria desde el año 2010. Ha participado en el ámbito de la investigación y vinculación con el medio, gestión y edición editorial, en la realización de seminarios, exposiciones y en el desarrollo de proyectos académicos de distinta índole. Actualmente es docente responsable del Proyecto Jardín Biodiverso. Asesora Ambiental y Diseñadora de Proyectos de Paisaje independiente.
Margarita Reyes Pardo
Ecóloga/Arquitecta Paisajista de la Universidad Central y Máster en Jardinería y Paisajismo de la Universidad Politécnica de Madrid donde también realiza el curso de especialización en Rehabilitación de Jardines y Parques Históricos, Paisajes Culturales. Se ha desempeñado como consultor especialista en evaluación de paisaje y líneas de base de flora y vegetación en el marco del Sistema de Evaluación Ambiental (SEA) y licitaciones de proyectos orientados a la recuperación ambiental. En el área de investigación ha participado como co-investigadora en temas vinculados a la relación intercultural con el paisaje mapuche pewenche; la reproducción y conservación de flora nativa; la biodiversidad urbana y la educación ambiental. Ha ejercido la docencia en la Universidad Andrés Bello con el curso de Etnobotánica de la carrera de Administración en Ecoturismo y en los cursos de Botánica y Reproducción de plantas en la Universidad Central. Forma parte del equipo de colaboradores del Núcleo de Investigación en Biodiversidad Urbana de la Universidad Central, en el área de educación ambiental, donde es co-creadora y gestora de la iniciativa Escuela itinerante de plantas nativas. Es miembro de la Corporación Patrimonio & Paisaje.
Juan Patricio Cáceres
Arquitecto y Arquitecto del Paisaje de la P. Universidad Católica de Chile (1994 y 1996) y Magister (c) en Arquitectura del Paisaje Universidad de Illinois. Presidente del Instituto Chileno de Arquitectos Paisajistas ICHAP. Miembro asociado del International Scientific Committee on Cultural Landscapes de ICOMOS-IFLA. Ejerce la profesión en Chile como Director de PaisajeVIVO, y en la R. P. China, como Senior Landscape Planner en ATA Architects & Planners Beijing. Fue académico de la Facultad de Arquitectura, Diseño y Estudios Urbanos de la P. U. Católica entre 1990 y 2008. Es autor de publicaciones referidas a percepción ambiental y diseño participativo de espacios públicos.
Marta Alicia Viveros
Arquitecto de la P. Universidad Católica de Chile. Fundadora y primera directora del programa de Postítulo en Arquitectura del Paisaje de la P. Universidad Católica. Fundadora y primera presidente del Instituto Chileno de Arquitectos Paisajistas ICHAP. Miembro asociado International Scientific Committee on Cultural Landscapes de ICOMOS-IFLA. Ejerce la profesión desde 1956 a la fecha, desarrollando proyectos de jardines y parques privados y públicos. En adición trabajó como académica de distintos programas de paisajismo en universidades chilenas entre 1960 y 2008. Es autora de diversas publicaciones referidas al paisaje chileno y la obra del paisajista alemán Óscar Prager en Chile.
Mediadores/Debatedores
Ricardo Riveros Celis
Estudió Arquitectura del Paisaje en INACAP Chile. Posteriormente se graduó como Magíster en Urbanismo en la Universidad de Chile. Actualmente se encuentra inscrito en el Doctorado en Arquitectura y Urbanismo de la Universidad Nacional de La Plata, Argentina.Presidente de IFLA AR (Región de las Américas). Ex-Presidente del Instituto Chileno de Arquitectos Paisajistas ICHAP-IFLA. Colaborador en la Iniciativa Latinoamericana del Paisaje LALI y Director de la ONG Corporación Patrimonio y Paisaje en Chile. Profesor durante 15 años en las escuelas de Arquitectura del Paisaje de Chile, actualmente en la Escuela de Arquitectura del Paisaje de la Universidad Central de Chile. Profesor asociado del Núcleo de Investigación: Biodiversidad Urbana, Universidad Central de Chile. Investigador, jurado y conferencista internacional en Paisaje, profesor de talleres internacionales sobre Arquitectura del Paisaje.
Sergio Tomasini
Agrônomo, mestre e doutor em Engenharia Civil, Graduado em Artes Visuais e técnico da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Atua como agrônomo e engenheiro civil, com ênfase nos trabalhos relacionados aos Parques e Jardins e Desempenho do Ambiente Construído. As pesquisa desenvolvidas estão voltadas para as edificações e comunidades sustentáveis, conforto ambiental, paisagismo, arborização urbana, gestão de áreas verdes, percepção ambiental e gerontologia ambiental. No campo das Artes Visuais, trabalha como assuntos relacionados a Gestão do Patrimônio Cultural e Ambiental, gestão da arte pública, recuperação e conservação de jardins históricos.

Créditos

Realização
Grupo de Pesquisas Paisagens Híbridas | GPPH-EBA/UFRJ
Escuela de Arquitectura y Diseño | Universidad Pontifica Bolivariana | UPB Medellín
Universidad de Costa Rica | UCR
Universidad de Central do Chile | UCC
Instituto Tecnológico de Costa Rica | ITCR
Unidad Académica de Arquitectura del Paisaje – Universidad Nacional Autónoma de México | UNAM


Organização e Coordenação Geral/Organización y Coordinación General
Prof. Dr. Rubens de Andrade | EBA-PROARQ/UFRJ

Coordenadores/Coordinadores
Prof. César Salazar | Universidad Pontifica Bolivariana
Prof. Luis Sañudo | Universidad Pontifica Bolivariana
Profa. Laura Chaverri Flores | Universidad de Costa Rica (UCR)/Instituto Tecnológico de Costa Rica (ITCR)
Profa. Michelle Meza Paredes | Unidad Académica de Arquitectura del Paisaje – Universidad Nacional Autónoma de México – UNAM
Prof. Ricardo Riveiros Celis| Universidad de Central do Chile -UCC


Instituições Parceiras/Instituciones asociadas
Escola de Belas Artes | EBA/UFRJ
Escuela de Arquitectura y Diseño | Universidad Pontifica Bolivariana | UPB Medellín
Escola de Arquitetura e Urbanismo – Universidade Federal Fluminense – EAU/UFF
Instituto Tecnológico de Costa Rica | ITCR
Universidad de Central do Chile -UCC
Universidad de Costa Rica | UCR
Unidad Académica de Arquitectura del Paisaje – Universidad Nacional Autónoma de México| UNAM
Universidade Católica de Brasília – CCB

Apoio/Apoyo
Comitê Paisagem Cultural – ICOMOS-Brasil
Corporacion Patrimônio Paisajem – Chile
International Federation Of Landscape Architects – IFLA-Américas
Instituto Chileno de Arquitetos Paisajistas – ICHAP
Grupo de Pesquisa Sistema de Espaços Livres | SEL-RJ-PROARQ-FAU/UFRJ
Grupo Ambiente e Educação | GAE-PROARQ-FAU/UFRJ
Grupo de Pesquisa História do Paisagismo | GPHP-EB/UFRJ
Rede Brasileira Jardins e Paisagens | RBJP
Projeto Abrindo Janelas para o Cerrado
Comitê Paisagens Culturais – ICOMOS