
RIO DE JANEIRO, 03 DE JULHO DE 2026
Fundação Oswaldo Cruz
Salão de Conferências do Centro de Documentação em História da Saúde
4ºandar Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro
AMPLIANDO O CONCEITO DE MÚLTIPLAS ARQUEOLOGIAS
O III Simpósio Arqueologia de Paisagens Múltiplas insere-se no conjunto de iniciativas acadêmicas promovidas pela linha de pesquisa “A cidade como artefato: arqueologia, paisagens e patrimônio”, vinculada ao grupo de pesquisas Paisagens Híbridas, constituindo-se como um fórum científico voltado à ampliação das discussões acerca das múltiplas relações entre arqueologia, cidade, memória, patrimônio e paisagem. Em um contexto contemporâneo marcado pela intensificação das transformações urbanas e pela crescente complexidade dos processos de preservação cultural, o simpósio reafirma a importância da arqueologia enquanto campo disciplinar capaz de tensionar leituras homogêneas da cidade e revelar as camadas materiais, simbólicas e sensoriais inscritas nos territórios urbanos. Mais do que um espaço de apresentação de pesquisas, o encontro busca consolidar um ambiente de interlocução interdisciplinar entre pesquisadores, técnicos, gestores culturais e agentes públicos comprometidos com a construção de políticas de preservação cultural mais sensíveis às dinâmicas sociais e às permanências históricas presentes na paisagem.

A relevância do evento decorre também da necessidade de aprofundar os debates acerca do patrimônio cultural em uma perspectiva ampliada, entendendo-o não apenas como um conjunto de bens excepcionais a serem protegidos, mas como parte de processos contínuos de atribuição de sentidos e de disputas de memória. Tal perspectiva aproxima-se das formulações de autores como o arqueólogo britânico Michael Shanks, em Experiencing the Past (1992), e de Christopher Tilley, em A Phenomenology of Landscape (1994), cujas contribuições deslocaram a paisagem de uma condição meramente espacial para compreendê-la enquanto experiência cultural, fenomenológica e simbólica. No contexto brasileiro, as reflexões de Pedro Paulo Funari, especialmente em Arqueologia (2003), e de Tania Andrade Lima (2011), em seus estudos sobre cultura material e arqueologia histórica, tornam-se fundamentais para compreender como os vestígios urbanos revelam práticas cotidianas, conflitos sociais e processos de silenciamento histórico presentes na constituição das cidades latino-americanas.
FORMULAÇÕES, DIÁLOGOS E PROPOSIÇÕES DO TERCEIRO SIMPÓSIO

A proposta central do III Simpósio organiza-se a partir do recorte temático “Arqueologia e a Gestão do Patrimônio Cultural das Cidades”, concebido como eixo de articulação entre discussões teóricas, experiências institucionais e perspectivas metodológicas voltadas à arqueologia urbana e às políticas de gestão patrimonial.
Em diálogo com os debates contemporâneos sobre patrimônio cultural, o evento parte do entendimento de que a cidade constitui um artefato complexo e híbrido, produzido historicamente pelas relações sociais e simultaneamente produtor de experiências, afetos, disputas e memórias. Nesse sentido, as mesas temáticas pretendem discutir o papel da arqueologia na compreensão dos processos de formação e transformação do espaço urbano, bem como os desafios associados à preservação de vestígios arqueológicos diante das dinâmicas de expansão, renovação e mercantilização das cidades contemporâneas.
Situaremos em bases falsas todo o problema da natureza da cidade, se procurarmos apenas estruturas permanentes, amontoadas por trás de uma muralha. Para chegar mais perto das origens da cidade, cumpre-nos, assim penso, suplementar o trabalho do arqueólogo que procura a mais funda camada na qual possa reconhecer uma obscura planta baixa, a indicar a existência de uma ordem urbana (Mumford, 2004, p.11).
A arqueologia urbana desempenha um papel importante para o conhecimento do passado das cidades e uma oportunidade de articular essa história ao presente, permitindo traçar a relação entre a trajetória urbana e o ambiente (Convenção Europeia sobre a Proteção do Patrimônio Arqueológico, 1992). Os vestígios arqueológicos de ocupações passadas são passíveis de estudo, interpretações e podem ser geradores de novas ressignificações da história da cidade e de seus habitantes. É fundamental para o planejamento e gestão das cidades implementar uma forma de trabalhar na e com a cidade, a qual consiga estabelecer um equilíbrio entre desenvolvimento futuro e a salvaguarda de passados. Nesse contexto, cartas arqueológicas são instrumentos de investigação e proteção do patrimônio arqueológico.
As abordagens propostas pelo simpósio contemplam, discussões sobre a Arqueologia no contexto urbano, destacando a contribuição do campo para a leitura histórica das cidades e para a identificação de processos de ocupação, permanência e apagamento cultural. Outro aspecto relevante se volta à constituição da Arqueologia urbana no Brasil, abordando suas origens, os processos de consolidação disciplinar e suas perspectivas futuras diante das demandas contemporâneas de preservação e planejamento urbano. Soma-se a essa pauta de discussões, um conjunto de reflexões sobre os “Instrumentos de gestão patrimonial”, em especial a proposta de construção de Cartas Arqueológicas no âmbito municipal, estimulado pelo Centro Nacional de Arqueologia do IPHAN e compreendida como importante mecanismo de reconhecimento, monitoramento e proteção das camadas arqueológicas da cidade, inclusive frente as emergências climáticas.

No âmbito das reflexões que estão relacionadas às políticas públicas de gestão do patrimônio, a reunião científica também se dedicará à análise das experiências municipais de gestão do patrimônio arqueológico, com ênfase em particular na necessária articulação entre pesquisa científica, planejamento urbano e administração pública. Nesse contexto, o simpósio lança luz sobre as experiências desenvolvidas em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo que, por sua vez, evidenciam a emergência de modelos institucionais voltados ao reconhecimento da arqueologia como dimensão constitutiva da paisagem urbana e da memória coletiva. Essas experiências dialogam diretamente com as formulações de Laurajane Smith em Uses of Heritage (2006), ao problematizar os regimes autorizados de patrimônio, bem como com as contribuições de Henri Lefebvre, especialmente em A Produção do Espaço (1974), obra fundamental para compreender a cidade enquanto construção social e campo permanente de disputas simbólicas e materiais.
Outros autores que também contribuem para a compreensão das cidades e apreensão da história urbana, compartilhado por esta edição do simpósio, são Lewis Mumford em The Culture of Cities (1938), Giulio Carlo Argan em Storia dell'arte come storia della città (1983) e Aldo Rossi em L’architettura della Citta (1966). Esses autores, de maneiras específicas, mas complementares, sustentam que cidades se constituem como fatos históricos, resultado da história e da vida social de seus habitantes. Diante o que foi colocado, são muitos desafios aos planejadores urbanos, visto que as cidades na contemporaneidade se caracterizam por uma intensa e constante ocupação do solo renovações em suas paisagens. Como garantir que o resultado dessas transformações incessantes não acarrete prejuízos ao patrimônio arqueológico, este um patrimônio finito e não-renovável?
OS ECOS DO PROJETO ARQUEOLOGIA DE PAISAGENS MÚLTIPLAS

Os ecos conceituais e metodológicos da linha de pesquisa A cidade como artefato: arqueologia, paisagens e patrimônio encontram-se profundamente vinculados às perspectivas que compreendem a paisagem como construção cultural dinâmica, resultante da sobreposição de temporalidades, práticas sociais, materialidades e experiências sensíveis. O estudo da paisagem, nesse contexto, envolve questões complexas acerca das formas pelas quais os grupos humanos moldaram seus espaços sociais e culturais, construíram seu patrimônio e produziram sistemas simbólicos de pertencimento e memória. Tal entendimento aproxima-se das contribuições de Tim Ingold, em The Perception of the Environment (2000), ao defender a paisagem como processo vivido e continuamente experienciado, assim como das reflexões de Milton Santos em A Natureza do Espaço (1996), cuja leitura sobre o território e a técnica permanece central para os estudos urbanos e patrimoniais no Brasil.
Ao reconhecer a cidade como um dos mais expressivos artefatos produzidos pela humanidade, o III Simpósio Arqueologias das Paisagens Múltiplas reafirma o compromisso de ampliar os diálogos entre arqueologia, patrimônio, paisagem e memória, especialmente no contexto das cidades contemporâneas marcadas por desigualdades, apagamentos históricos e intensas transformações territoriais. A arqueologia histórica, atua como uma ferramenta descolonizadora ao recuperar através da materialidade narrativas silenciadas e experiências de grupos frequentemente marginalizados/subalternizados pelos discursos hegemônicos da história oficial, aproximando-se da reflexão de Eric Wolf em Europe and the People Without History (1982), no qual o autor nos convida a enxergar a humanidade como uma teia de processos interconectados. Assim, o evento busca consolidar-se como espaço crítico de produção de conhecimento, de fortalecimento institucional e de formulação de perspectivas interdisciplinares capazes de compreender a cidade não apenas como suporte físico da vida social, mas como paisagem viva, sensível e permanentemente ressignificada pelos sujeitos que a habitam.
O crescimento acelerado e a permanente reconfiguração das cidades contemporâneas impõem desafios cada vez mais complexos à preservação do patrimônio cultural, particularmente no que se refere ao patrimônio arqueológico, frequentemente ameaçado por obras de infraestrutura, processos de adensamento urbano e intervenções contínuas sobre o território. Nesse contexto, a arqueologia urbana assume papel fundamental ao possibilitar a identificação e interpretação de camadas históricas muitas vezes invisibilizadas pelos processos de modernização das cidades, contribuindo para uma compreensão mais ampla, plural e inclusiva das dinâmicas históricas, sociais e culturais que conformam o espaço urbano.

Embora a arqueologia brasileira tenha apresentado avanços significativos nas últimas décadas, ainda persiste uma considerável lacuna entre a produção do conhecimento arqueológico e sua efetiva incorporação às políticas públicas, bem como aos instrumentos de planejamento e gestão urbana. A experiência acumulada por diferentes municípios brasileiros evidencia que a formulação de políticas específicas, a consolidação de estruturas institucionais voltadas à salvaguarda do patrimônio arqueológico e a implementação de instrumentos técnicos – como Cartas de Potencial Arqueológico – constituem estratégias fundamentais para a construção de modelos preventivos e integrados de gestão das cidades.
Nesse contexto, o evento justifica-se pela necessidade de promover um espaço qualificado de interlocução entre pesquisadores, técnicos, gestores públicos e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, articulando reflexão teórica, experiências institucionais e práticas de gestão voltadas ao patrimônio cultural urbano. Compreendida como artefato complexo e território atravessado por múltiplas temporalidades, a cidade demanda abordagens interdisciplinares capazes de interpretar as relações entre memória, paisagem, patrimônio e desenvolvimento urbano sustentável. Desse modo, o debate sobre a preservação e gestão das cidades contemporâneas requer a participação de urbanistas, arquitetos, paisagistas, arqueólogos, historiadores e demais agentes comprometidos com a construção de políticas urbanas mais sensíveis às dimensões culturais do território.
Ao reunir experiências municipais distintas, o evento busca contribuir para a circulação de saberes, a disseminação de boas práticas de planejamento urbano e o fortalecimento da arqueologia no âmbito das políticas públicas de preservação cultural. Em consonância com as reflexões anteriormente apresentadas, pretende-se ampliar o debate acerca dos desafios contemporâneos relacionados à gestão do patrimônio arqueológico urbano, incentivando a construção de instrumentos mais eficazes de salvaguarda, reconhecimento e valorização das múltiplas camadas históricas que conformam as cidades brasileiras. Desse modo, a iniciativa procura fortalecer perspectivas integradas de gestão patrimonial capazes de articular preservação cultural, planejamento urbano e participação institucional na construção de cidades mais sensíveis às dimensões históricas e culturais do território.
PROGRAMAÇÃO
| 9:00 - 9:30 | ABERTURA |
| Inês El-Jaick Andrade| PPGPAT-COC FIOCRUZ Diego Vaz Bevilaqua | Vice-diretor de Patrimônio Cultural e Divulgação Científica da Casa de Oswaldo Cruz Bruno Sá | Chefe do Departamento de Patrimônio Histórico da Casa de Oswaldo Cruz Jackeline de Macedo | PGPP-FAU UFRJ Rubens de Andrade | EBA-PROARQ UFRJ |
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| 9:30 - 11:30 | Sessão I ARQUEOLOGIA NO CONTEXTO URBANO |
| Coordenação e Debate Christiane Chagas | Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu Nacional PPGArq UFRJ |
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| Arqueologia Urbana no Brasil: rastros, percursos e perspectivas Miriam Cazzetta | CAV-Brasil/SMESC-SE |
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| Praça XV de Novembro 1580-1988: uma revisão Jeanne Cordeiro | LAB |
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| Do trabalho de campo à reserva técnica: o quilombo do camorim e a construção de uma arqueologia e curadoria colaborativas Silvia Peixoto e Mario Polo | DARQ/UERJ |
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| 11:30 - 12:00 | MEDIAÇÃO DA SESSÃO I Christiane Chagas |
| 12:00 - 13:00 | I N T E R V A L O |
| 13:00 - 15:30 | Sessão II INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO |
| Coordenação e Debate Tatiana de Carvalho Costa | UFBA |
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| Cidade como sítio e a preservação do patrimônio arqueológico urbano: modelos preditivos e cartas de interesse arqueológico (remoto) Renato Mangueira | IPHAN/SP |
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| Carta de Potencial Arqueológico do Município do Rio de Janeiro Helder Magalhães Viana | IRPH |
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| O desenvolvimento de Cartas de Potencial Arqueológico como ação estratégica e novas perspectivas Cristian da Silva Gonsalves | COIR/CNA/IPHAN |
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| Paisagens, conhecimento climático e patrimônio arqueológico: perspectivas para uma ação climática Aline Carvalho| NEPAM/UNICAMP-ICOMOS |
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| 15:30 - 16:00 | MEDIAÇÃO DA SESSÃO II Tatiana de Carvalho Costa |
| 16:15 - 16:30 | FECHAMENTO DO SIMPÓSIO E O FUTURO DE DEBATE Christiane Chagas | Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu Nacional PPGArq UFRJ Jackeline de Macedo | PGPP-FAU UFRJ Tatiana de Carvalho Costa Inês El-Jaick Andrade| PPGPAT-COC FIOCRUZ |
INSCRIÇÕES
Para participar do III Simpósio, é necessário realizar a inscrição por meio do formulário do Google Forms disponível no link abaixo.
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdLCDf7VYqM0tiVISiECqKvEDJQ_YE-rdyY49jJKOtDB6H7nQ/viewform?usp=publish-editor
Todos os participantes devidamente inscritos receberão certificado de participação no evento.
LOCAL DO EVENTO
PESQUISADORES
![]() | Aline de Carvalho Doutora pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (Nepam/FCH/Unicamp), Mestre em História Cultural (História/IFCH/Unicamp). Pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Unicamp (NEPAM), Atua como responsável pelo Laboratório de Arqueologia Pública Paulo Duarte (LAP Nepam/Unicamp). Desenvolve atividades como professora plena dos programas de pós-graduação em Ambiente e Sociedade (NEPAM/IFCH/Unicamp), em História (IFCH/Unicamp) e no Mestrado Profissionalizante em História (ProfHistória/IFCH/Unicamp). | |
![]() | Cristian da Silva Gonsalves Arqueólogo (Universidade Federal do Rio Grande - FURG) e técnico em Geoprocessamento (Instituto Federal de Ciência, Educação e Tecnologia do Rio Grande do Sul - IFRS). Coordenação de Identificação e Reconhecimento (COIR) do Centro Nacional de Arqueologia. | |
![]() | Helder Magalhães Viana Mestre em Projeto e Patrimônio (Programa de Pós-Graduação Projeto e Patrimônio - PGPP-FAU UFRJ). Arquiteto do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), instituição de proteção do patrimônio cultural da Cidade do Rio de Janeiro (a partir de 2008), responsável pela Gerência de Arqueologia e pelo Laboratório Aberto de Arqueologia Urbana. | |
![]() | Jeanne Cordeiro Históriadora (Universidade Gama Filho), Mestra em História (Universidade Severino Sombra). Doutoranda (Museu Nacional - PPGArq). Coordenadora do Laboratório de Arqueologia Brasileira. | |
| Miriam Cazzeta Arqueóloga. Históriadora (PUC/RS), Geografia Ambiental Urbana (Especialização - UFRGS), Mestra e Doutora em Arqueologia (UFS). Especialistas em Gestão e Prática de Obras em Conservação e Restauro no Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada (CECI), e Estudos Avançados em Museologia (ABM/ULHT/IPHAN). Atuou como Arqueóloga do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Sergipe (2016-2019) e Professora Substituta do Departamento de Arqueologia da Universidade Federal de Sergipe, Atua na Secretaria Municipal de Educação de São Cristóvão e coordena o Campo Arqueológico Virtual (CAVBrasil). | ||
![]() | Renato Mangueira Historiador (Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo), Mestre em Arqueologia (Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo). Atua com a gestão do Patrimônio Arqueológico como servidor do Centro Nacional de Arqueologia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNA-IPHAN) e tem trabalhado com pesquisas relacionadas a Arqueologia Urbana e Histórica. | |
![]() | Silvia Peixoto Históriadora (Universidade Federal Fluminense -UFF), Mestre e Doutora em Arqueologia pelo Museu Nacional/UFRJ. Especialista em Arqueologia Pré-Colonial, com ênfase em sambaquis, porém, nos últimos 15 anos tem se debruçado majoritariamente sobre a Arqueologia Histórica. Professora do Departamento de Arqueologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). | |
| MEDIADORAS | ||
![]() | Cristiane Chagas Arqueóloga (Universidade Estácio de Sá), Mestra (Programa de Pós-Graduação em Geografia PPGEO-UERJ), Doutoranda em Arqueologia (Museu Nacional/UFRJ), especialista em Conservação e Restauro de bens patrimoniais imóveis. Experiência na área de Arqueologia, com ênfase em Arqueologia histórica e Pré-histórica. | |
![]() | Tatiana de Carvalho Costa Arquiteta e Urbanista (Universidade Tiradentes), Doutora em Arquitetura e Urbanismo pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFBA – Área de concentração Conservação e Restauro, tendo realizado período sanduíche na Università degli Studi “G. d’Annunzio” Pescara, Itália através do Programa PRINT. Mestra em Arqueologia pela Universidade Federal de Sergipe – UFS, Especialização em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos pela Universidade Federal da Bahia – UFBA. | |
| ORGANIZADORA | ||
![]() | Inês El-Jaick Andrade Arquiteta e Urbanista (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Mestre em Arquitetura na área de Preservação do Patrimônio (Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ/FAU/UFRJ) e Doutora em Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP). Atua como arquiteta do Departamento de Patrimônio Histórico (DPH) da Casa de Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (COC/FIOCRUZ). É membro associado do ICOMOS-BRASIL e integrante da Rede Património Cultural e História da Saúde e da Assistência: estudo, divulgação e valorização. Professora do Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (COC/FIOCRUZ). |
CRÉDITOS
Realização
Grupo de Pesquisas Paisagens Híbridas | PROARQ-FAU UFRJ
Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde | PPGPAT-COC FIOCRUZ
Casa de Oswaldo Cruz | Coc
Programa de Pòs-Graduação em Arquitetura | PROARQ-FAU UFRJ
Programa de Pós-Graduação Projeto Patrimônio | PGPP-FAU UFRJ
Escola de Belas Artes
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Organizadora
Drª. Inês El-Jaick Andrade | PPGPAT-COC FIOCRUZ
Comitê de Coordenação
Profa. Dra. Jackeline de Macedo | PGPP-FAU UFRJ
Profa. Drª. Tatiana de Carvalho Costa | FAU UFBA
Msª. Cristiane Chagas | Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu Nacional PPGArq UFRJ
Prof. Dr. Rubens de Andrade | EBA-PROARQ UFRJ
PROGRAMAÇÃO VISUAL, ARTE E DIVULGAÇÃO
Rubens de Andrade
Dora Romanine
Apoio da FIOCRUZ
Sandra Elena Bastos | Secretaria do Departamento de Patrimônio Histórico (COC/Fiocruz)
Sabrina Figueiredo Lopes |Equipe de Ti
Jackeline Campos | Equipe de Ti
Ronaldo Barboza | Equipe de Ti

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